Esta semana gostaria de por meio das redes sociais compartilhar a história da Festa Literária Itinerante Poaense (FLIPoá). Como dito de forma resumida no texto https://magnooliveira2020.wordpress.com/2016/11/21/flipoa-completa-um-ano-parte-1/ tudo começa com o fórum promovido pela RAiZ sobre ele e o GD e GT disserto abaixo.

No dia 07/07/2015 nós da RAiZ Poá realizamos o fórum com o tema Biblioteca. A bibliotecária poaense Heloisa Constantino falou sobre sua profissão, desafios e sucessos. Hélio Rosa sobre o projeto de uma biblioteca comunitária. Luciene Azevedo, que naquele momento era vice-presidente da Opereta usou a palavra para falar sobre o projeto existente na associação de criação de uma biblioteca comunitária.

Eu tive a honra de na oportunidade homenagear Cazuza, por meio de uma poesia de minha autoria, pois naquele dia completavam-se 15 anos de sua morte.

Após palestra com profissionais da área e apresentação de projetos ligados a área no Brasil. Foi montada uma roda, onde se discutiu a realidade local. E deu-se inicio a abertura para encaminhamentos de propostas para serem trabalhadas em conjunto com os presentes. Disto saiu a proposta de criar um Grupo de Discussão (GD) para discutir todas as propostas colocadas.

Após, aproximadamente um mês e meio, este GD decidiu após trabalhar na realização de uma Feira do Livro, que veio a ganhar o nome de Feira Literária Itinerante Poaense (FLIPOÁ)¹.

O objetivo da FLIPOÁ é principalmente democratizar o acesso à leitura. Dentre outras coisas contribuir com a formação cidadã do individuo, preparando-o para o exercício da cidadania plena, este é um dos objetivos da educação. A Feira não se prende apenas à cultura, mas também tem sua parte educacional, turística, econômica e social.

Com a Feira do Livro, abrimos espaço para autores e editoras regionais mostrarem seus trabalhos e comercializá-los. Com as diversas atrações ao longo de sua edição atraímos turistas. Isto potencializa a característica turística da cidade. Contribuindo com a economia local diretamente. Nós cremos que por meio da educação e cultura conseguimos mudar a vida das pessoas, por isso, nossa preocupação com o social. Temos ciência, que por meio desta contribuímos com o combate à desigualdade social, trazendo enormes vantagens para toda sociedade.

Neste próximo domingo (27/11), realizaremos a terceira edição. Será em Calmon Viana, das 9 até as 18 horas. A programação está definida tem peças de teatro, contação de história, bate papo com escritores da cidade, sarau, entre outras atividades dentro da programação. A proposta é atrair todos os públicos. A classificação é livre. Durante cerca de nove horas o Salão Paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Fátima se transformará num palco para artistas da cidade mostrar seu talento.

 Transformar-se-á num espaço onde não há segregação, divisão, por conta de qualquer tipo de diferença. Será um dia, mais um dia, para se celebrar a literatura, a cultura, as diferentes linguagens culturais. Dia de festa, de luta, de resistência.

Magno Oliveira

Membro da RAiZ Poá e do Círculo Educação e Cultura.

Um dos idealizadores do Projeto FLIPOÁ

¹ Após a segunda edição decidiu-se por mudar o significado do F de Feira para Festa.

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